O BAR LUVA DOURADA

Programação do dia 18/07 a 24/07

Belo Horizonte: Cine Belas Artes 
Brasília:
Espaço Itaú • Cine Cultura Liberty Mall
Curitiba: Cine Paseo
Goiânia:
Cinemas Lumière – Banana Shopping
Londrina: Cinemas Lumière – Shopping Royal
Niterói: Reserva Cultural
Porto Alegre: Guion Center
Recife: Cinema da Fundação – Derby (pré-estreia 20/07)
Rio de Janeiro: Estação Net Rio • Cine Santa Teresa • Cine Casal Barra Point • Cine Joia 
Salvador:
Circuito Saladearte – Cinema UFBA (pré-estreia 20/07)
São Paulo:  Reserva Cultural • Espaço Itaú Augusta

Hamburgo, 1970. Fritz Honka é um homem fracassado com o rosto deformado, que vagueia pelas noites de um bairro boêmio ao redor de outras almas perdidas. Ninguém desconfia que, na verdade, Fritz é um serial killer. Ele persegue mulheres mais velhas e solitárias que conhece no “The Golden Glove”, seu bar favorito, e as esquarteja em seu apartamento imundo. Quando os jornais começam a noticiar o desaparecimento sucessivo de várias mulheres, o medo e o caos se instalam na cidade. Baseado na história real de um criminoso socialmente violento, impulsionado pela misoginia, ganância sexual e sentimentalismo.

FICHA TÉCNICA

Título Original: Der goldene Handschuh
Direção e roteiro: Fatih Akin
Baseado no livro “Der goldene Handschuh” de Heinz Strunk
Produção: Nurhan Şekerci-Porst, Fatih Akin, Herman Weigel
Fotografia: Rainer Klausmann
Edição: Andrew Bird, Franziska Schmidt-Kärner
Direção de arte: Tamo Kunz
Música: FM Einheit
Figurino: Katrin Aschendorf
Gênero: Suspense
País: Alemanha
Ano: 2018
Cor
Duração: 115 minutos
Classificação: A Definir
Elenco: Jonas Dassler, Margarethe Tiesel, Hark Bohm

MOTIVOS PARA ASSISTIR

–  Festival de Berlim 2019 – Em Competição

– Do diretor de “Em Pedaços”, vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, e sucessos como “Contra a Parede” e “Do Outro Lado”.

O que dizem sobre:

“Fatih Akin relatou a história repulsiva e grotesca de um serial killer, em um filme repulsivo e grotesco.” – The Film Stage

“Para o bem ou para o mal, a visão de Fatih Akin permanece extraordinária” – IndieWire

“Aquele tipo de filme que no final, você acaba desejando nunca o ter assistido” – Time

“Muito mais que sórdido” – The Hollywood Reporter

“Não existe uma cena neste filme que não seja feia” – Screen Daily

“A violência e a misoginia são realmente horríveis, e parecem muito autênticas.” – The Guardian

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