Homenagem Especial Hector Babenco

Um filme por semana será exibido como aquecimento do lançamento do documentário “Babenco: Alguém Precisa Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, em projeções especiais com “Pixote – A Lei do Mais Fraco” em cópia restaurada 4k e filmes em 35mm

Babenco

 

Para celebrar o lançamento de “Babenco – Alguém Precisa Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, a Imovision em parceria com a HB Filmes e o Reserva Cultural, realizarão uma homenagem especial com as obras de Hector Babenco para resgatar a memória deste icônico realizador.

O evento terá início no dia 7 de fevereiro, aniversário doe Babenco, com a exibição de “Pixote – A Lei do Mais Fraco” (1980) e uma cópia restaurada em 4K. As outras exibições serão realizadas as quartas-feiras com cópias 35mm, com os filmes “O Rei da Noite” (1975), “Lucio Flavio, o Passageiro da Agonia” (1976), “Coração Iluminado” (1998), “O Passado” (2007), “O Beijo da Mulher Aranha” (1975), “Brincando nos Campos do Senhor” (1991) e “Carandiru” (2003).

Algumas das sessões contarão com convidados especiais para um bate papo após a sessão. Na abertura com “Pixote – A Lei do Mais Fraco”, estarão presentes o roteirista Jorge Durán, o diretor de fotografia Rodolfo Sanchez e o diretor responsável pelo restauro Roberto Gervitz. A atriz e diretora Barbara Paz e a filha do diretor e produtora Myra Babenco farão a abertura.

Babenco realizou filmes de extrema relevância para o cinema nacional, que expressam a realidade do cidadão brasileiro e geram questionamentos sobre a nossa maneira de pensar. Ele foi indicado ao Oscar de Melhor Diretor por “O Beijo da Mulher Aranha” (1984); competiu no Festival de Cannes com “Carandiru” (2003), “Coração Iluminado” (1998) e “O Beijo da Mulher Aranha” (1984) e venceu a primeira Mostra Internacional de Cinema de São Paulo com “Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977).

“Babenco: Alguém Precisa Ouvir o Coração e Dizer: Parou” chega aos cinemas dia 9 de abril e é uma imersão amorosa na vida do cineasta, que se desnuda, consciente, em situações íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida.

Serviço: Cinema Reserva Cultural – Av. Paulista, 900 – São Paulo

Ingressos a preços especiais: R$20 inteira e R$10 meia

 

Programação:

 

07/02 (sexta-feira) Pixote: A Lei do Mais Fraco (1980) – cópia restaurada em 4K

Sessão, às 19h30, seguida de debate com: Roberto Gervitz, Rodolfo Sanchez e Jorge Durán

Abertura: Barbara Paz e Myra Babenco

Sinopse: Pixote (Fernando Ramos da Silva) foi abandonado por seus pais e passa a viver nas ruas. Ele é internado diversas vezes em reformatórios e convive com outros criminosos, o que faz com ele se influencie se torne um pequeno assassino, traficante de drogas e cafetão.

 

12/02 – O Rei da Noite (1975) – em 35mm

Sinopse: Nos anos 40, Tezinho sofre uma grande reviravolta em sua vida quando descobre que sua noiva precisará se mudar para tratar de uma grave doença cardíaca. Sem notícias e quase sem esperanças, Tezinho torna-se um boêmio e se envolve com duas irmãs de uma amiga de sua mãe, mas acaba se casando com uma geniosa mulher, com quem briga o tempo todo.

Obs: A cópia que será exibida possui 45 anos e estava em depósito na Cinemateca Brasileira. É a única cópia 35 mm deste filme que existe e contém algumas manchas e riscos, mas não comprometem a experiência de assistir esse grande filme nas telas do cinema. Contamos com a compreensão de todos e desejamos uma boa sessão!

19/02 – Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976) – em 35mm

Sinopse: Nos anos 1960, surge uma organização, batizada pela crônica policial brasileira como Esquadrão da Morte, que passa a combater o crime à margem da lei. Nessa conjuntura, surgem vários episódios e personagens que marcaram uma época. Lúcio Flávio (Reginaldo Farias) é um deles. Ele se tornou um conhecido bandido no Rio de Janeiro.

Compre o seu ingresso

 

27/02: O Passado (2007) – em 35mm

Sinopse: Rímini é um jovem tradutor que terminou recentemente um casamento de 12 anos com Sofia, que foi sua primeira namorada. A separação foi tranquila, até Rimini iniciar um namoro com Vera, uma modelo de 22 anos. Um dia Sofia tenta beijá-lo à força, o que faz com que Vera, que presenciou a cena, morra atropelada.

Ingressos em breve 

 

04/03 – Coração Iluminado (1998) – em 35mm

Sessão seguida de debate com: Maria Luisa Mendonça

Sinopse: Após 20 anos ausente, Juan (Miguel Angel Sola) retorna à sua cidade natal, Buenos Aires, para visitar seu pai doente. Lá, descobre que seu grande amor, Ana, está viva. Ele parte em uma busca para encontrá-la e conhece Lilith (Xuxa Lopes), uma mulher misteriosa, com quem revive uma paixão sem limites. Filme autobiográfico de Hector Babenco.

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11/03 – O Beijo da Mulher Aranha” (1985) em 35mm

Sinopse: Em uma prisão na América do Sul, dois prisioneiros dividem a mesma cela. Um é homossexual e está preso por comportamento imoral e o outro é um prisioneiro político. O primeiro, para fugir da triste realidade que o cerca, inventa filmes cheios de mistério e romance, mas o outro tenta se manter o mais politizado possível em relação ao momento que vive. Mas esta convivência faz com que os dois homens se compreendam e se respeitem.

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18/03 –“Brincando nos Campos do Senhor “(1991) – em 35mm

Sessão seguida de debate com: Stênio Garcia

Sinopse: Um casal de missionários e seu filho pequeno embrenham-se na selva amazônica brasileira para catequisar índios ainda arredios à noção de Deus. Martin Quarrier (Aidan Quinn) é sociólogo e termina sendo motivado pelas experiências de outro casal, os Huben. As intenções religiosas e a harmonia entre brancos e índios no local ficam instáveis devido à presença de Lewis Moon (Tom Berenger), um mercenário descendente dos índios americanos.

Esta sessão conta com o apoio do Cinédia.

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25/03 – “Carandiru” (2003) – em 35mm

Sessão seguida de debate com: Dráuzio Varella

Sinopse: Um médico (Luiz Carlos Vasconcelos) se oferece para realizar um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade dos cárceres, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias.

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01/04 – Pré-estreia de Babenco: “Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou

Sinopse: Hector Babenco foi um cineasta que viveu e morreu realizando o que fazia sua vida ter algum sentido: A sétima arte. Em relatos marcantes sobre as memórias, amores, reflexões, intelectualidade e a frágil condição de saúde de Babenco, o documentário revela o quanto seu amor pelo cinema o manteve vivo por tantos anos.

Direção: Bárbara Paz

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