Sem Data, Sem Assinatura
Vahid Jalilvand

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Vahid Jalilvand

Ao sofrer um acidente de carro, o médico forense Dr. Nariman fere um garoto de 8 anos. Ele se oferece para levar a criança a uma clínica próxima, mas o pai recusa sua ajuda. Na manhã seguinte, no hospital onde trabalha, o médico descobre que o menino aguarda por sua autópsia.

O Dr. Nariman então enfrenta um dilema: ele é o responsável pela morte da criança devido ao acidente, o garoto morreu de intoxicação alimentar, de acordo com o diagnóstico de outros médicos?

Ficha Técnica

Título original: Bedoune Tarikh, Bedoune Emza

Direção: Vahid Jalilvand

Roteiro: Ali Zarnegar, Vahid Jalilvand

Produção: Ali Jalilvand & Ehsan Alikhani

Fotografia: Peyman Shadmanfar

Edição: Vahid Jalilvand, Sepehr Vakili

Música: Peyman Yazdanian

Figurino: Mohsen Nassrollahi

Gênero: Drama

País: Irã

Ano: 2017

COR

Duração: 104 minutos

Classificação: 14 anos

Elenco: Amir Agha’ee (Dr Nariman), Navid Mohammadzadeh (Moosa), Hediyeh Tehrani (Sayeh), Sa’eed Dakh (Inspector), Alireza Ostadi (Assistant Prosecutor), Zakiyeh Behbahani (Leila)

Motivos para assistir

– Festival de Cinema de Veneza – Mostra Horizonte – Festival de Veneza

– Melhor Diretor – Festival de Veneza – Mostra Horizonte

– Melhor Ator – Navid Mohammadzadeh – Festival de Veneza – Mostra Horizonte

– Melhor Filme – Hugo de Ouro – Diretor estreante – Festival Internacional de Chicago

O que dizem sobre:

“Um drama bem-sucedido, excepcionalmente bem interpretado, que explora questões de culpa e responsabilidade na sociedade.” Variety

“Um drama psicológico que se aproxima do conflito de classe entre os ricos e os pobres” The Hollywood Reporter

 “Um conto sobre moral e integridade” Film Threat

“O diretor iraniano Vahid Jalilvand consegue encenar um drama íntimo e social, emocional e filosófico, de poder excepcional.” Le Figaro

“Vahid Jalilvand examina sociedade iraniana: a hipocrisia da classe dominante, a sobrevivência e a opressão da classe dominada, filmado aqui como uma classe maldita, acostumada e condenada à infelicidade.” Le Monde

“Sua maneira de explorar o funcionamento interno de uma sociedade profundamente dividida, enferrujada e secretamente violenta, evoca alguns filmes italianos dos anos 60-70, como os de Francesco Rosi e Damiano Damiani, onde neo-realismo tinha transmutado em thrillers políticos.” Libération

“É um filme inquietante, mas profundamente gratificante.” VIFF

                            

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